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PastoraisPascom Consolata

A Pastoral da Comunicação ou PasCom é o conjunto de ações realizadas dentro de uma  comunidade eclesial. É a pastoral do ser e estar em comunhão com a comunidade. É a pastoral da acolhida, da participação, das inter – relações humanas, da organização solidária e do planejamento democrático do uso de recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e de manifestações das pessoas no interior da comunidade ou da comunidade para o mundo que o rodeia. É a pastoral da valorização das expressões da cultura humana.

O ponto unificador e central desta pastoral é Jesus Cristo. Jesus se comunica através de parábolas, partindo de fatos da  vida, conhecidos por todos, para transmitir idéias, despertar adesão e provocar transformação da realidade. Existe, sem dúvida,  muita dificuldade em se aceitar a existência de uma Pastoral da Comunicação, uma vez que todos os agentes de pastoral, enquanto informam e persuadem, são, por definição, comunicadores. Por outro lado, não é uma pastoral a mais no universo de pastorais de uma paróquia, mas aquela que integra todas as demais.

O modelo da Pastoral da Comunicação é participativo e circular, isto é, a palavra pertence a todos. Os encontros midiáticos se tornam deste modo um espaço de vivência e exercício das relações comunitárias e interpessoais, com o intercâmbio entre as Pastorais e Movimentos. Todos dominam e contribuem para o conteúdo, o código, o meio, valorizando a comunicação.

O membro da Pastoral da Comunicação é uma pessoa da qual se espera uma dedicação especial à reflexão, ao planejamento e à execução de programas e projetos específicos dentro dos diversos campos que compõem a área da comunicação social, utilizando-se dos novos aerópagos, isto é, das novas ferramentas tecnológicas disponíveis para uma constante atualização realizando assim uma eficaz divulgação da Palavra de Deus.  Consequentemente, a Pastoral da Comunicação baseada no trinômio: informar, formar e evangelizar, concentra-se em realizar uma educação para a comunicação, em que cada indivíduo, grupo ou comunidade exerça seu direito fundamental à comunicação. E cada membro desta pastoral é o seu principal educador, pois são neles que as outras pessoas esperam encontrar a postura de uma práxis libertadora, em Cristo Jesus.

Concluindo, a Pastoral da Comunicação se caracteriza por ser uma pastoral que possui uma vida integrada, participativa, estratégica e aberta à avaliação e à celebração. Afinal “Jesus é a Palavra de Deus que se fez carne e veio morar no meio de nós (Jo 1,14). Supremo comunicador do Pai, optou por um processo inculturado e dialógico de comunicação, que se apresenta como um modelo básico para os projetos de comunicação de sua Igreja”.

A Diocese/Vicariatos/ Foranias/ Paróquias devem começar suas caminhadas com a Pastoral da Comunicação e assim na medida em que esta pastoral for acontecendo aparecerão os frutos, atualizando e tornando nossa Igreja Católica cada vez mais atuante.

Coordenador: Romulo Martins

Vice-Coordenador: Julio Martins

Telefones: ( 21 ) 3860-5519


A Pascom Consolata é composta pelos membros:

Carlos Alberto(Tes)
Daniel Reis
Rafael Vale
Paulo Miranda
Cristiele Moreira


Comunicação católica

Há alguns anos, a Pascom passou por uma estruturação: as pastorais existiam nas paróquias, mas eram descentralizadas. Após uma iniciativa da PUC-Rio de oferecer vagas para as Pascons de diversos vicariatos participarem de oficinas de comunicação da universidade, percebeu-se a necessidade de centralizar esse trabalho em nível vicarial ou arquidiocesano para que pudesse haver encontros para trocas de experiências. Foi então que surgiram a Pascom Rio e os encontros arquidiocesanos de comunicação. “Nessas oficinas na PUC, percebemos o quanto era importante nos reunirmos para celebrar o DMCS e aproveitar esse momento para aprofundar a formação e atualizar os agentes: não só com a mensagem do Papa – o olhar da Igreja para a comunicação – como também com a parte técnica, a fim de procurarmos formas de melhorar nossa atuação”, explicou o sacerdote. Para ele, o principal desafio para a comunicação católica é a necessidade de uma comunicação que possa, efetivamente, levar testemunho para as pessoas. “Não apenas mensagens textuais, mas contextualizadas, e, preferencialmente, personificadas. É preciso que haja um sujeito, a pessoa que dará seu testemunho” comentou. Um exemplo citado por Pe Márcio Queiroz foi o Papa Francisco, que fala pelos gestos e pelo modo de ser. “Nós, comunicadores, precisamos trazer isso para dentro da comunicação católica”, afirmou. “Devemos procurar viver e trazer à tona o espírito de serviço que encontramos naquele moço muito interessante chamado Jesus de Nazaré. Às vezes vemos muito nas redes sociais católicos se digladiando por razões que não sei se levam à salvação. No entanto, existem outras coisas, coisas produtivas, nas quais deveríamos investir nossa energia e tempo”, pontuou.

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